Thursday, December 15, 2005

O ME cede, parcialmente, ao bom senso

A recomendação do Conselho Nacional de Educação, para que se mantenha o exame de Português no 12º ano em todos os cursos gerais, obrigou o ME a voltar atrás na sua inqualificável decisão de acabar com a obrigatoriedade deste exame.
Não é vergonha reconhecer um erro e emendá-lo, mas não seria melhor evitá-lo?
Claro que a pergunta é ingénua, porque sabemos que estas questões não passam de foguetório político, para encobrir um conjunto de medidas que acabam por "vingar", e sem grandes críticas, nestas contas de mercearia. No caso, "salvou-se" a fuga aos exames nos cursos tecnológicos. Mas terá sido só?

4 comments:

Rui Martins said...

Nesta época de louca e destravada deslocalização (globalização) a língua portuguesa é uma das mais eficientes barreiras a que as empresas enviem para a India ou Paquistão o seu trabalho. Conheço inclusivé um caso concreto de uma empresa que pensou em mandar para a India o trabalho de uma secção mas que desistiu (por enquanto...) porque os indianos cometiam demasiados erros de português. Ora se falássemos inglês...

crack said...

Caro Rui Martins
É ver como os nossos amigos espanhois impõem a sua língua e meditar um pouco no que andamos a fazer com a nossa.

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