... põe na rua os estudantes do básico e secundário.
A coberto desta bandeira, reclamam contra os exames no 9º ano, exigem a não aplicação da Nova Lei de Bases da Educação e a revogação da reforma curricular. Pelo caminho fecham escolas a cadeado. As crianças divertem-se.
5 comments:
Pelo caminho hastearão, ainda, a caduca bandeira do não às propinas... e tudo, tudo para ter uns dias sem por os pés nas aulas.
Muito prazer em lê-la por aqui, smurfit.
Como é seu estilo, põe o dedo na ferida - é um dia sem aulas, é uma festa.
o que me irrita solenemente nestas criaturinhas acéfalas é ver ali o mesmo barro de que são feitos os jotas (acaso não serão todos eles dessa raça?). Ali andam com os piercings a disfarçar uma discursata velha, imitada dos mais velhos (já de si imbecil).
Quando os vejo irrita-me que aqueles seres façam uma tão torpe utilização da capacidade reivindicativa.
Eis o exemplo do que não quero para Portugal.
ls
A «deslocalização» da capacidade reivindicativa destes jovens também me irrita, menos pela incapacidade própria de que dão provas, do que pela intrumentalização de que são vítimas, e que é facilmente detectável.
Questões como o papel das famílias, o desmantelamento de organizações de enquadramento, a influência dos média, a falta de diálogo intergeracional na sociedade e a inexistência de um referencial/escola forte necessitariam ser abordadas para um debate mais sério sobre estes episódios recorrentes na nossa história recente.
Quanto ao barro dos jotas, é como no resto, meu caro, há bom e mau. O pior é generalizar e rotular, seja com sinal positivo, seja com negativo.
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