«Por meio da morte ou da doença, da pobreza ou da voz do dever, cada um de nós é forçado a aprender que o mundo não foi feito para nós e que, não importa quão belas as coisas que almejamos, o destino pode, não obstante, proibi-las.»
Bertrand Russell
Monday, May 09, 2005
Referendo ao aborto
Cada vez mais longe. Já aqui o escrevi, a recusa de Sampaio apenas permitiu abrir caminho ao PS para iniciar a «campanha» por uma decisão no Parlamento. A estratégia prossegue, agora com António Costa a secundar a opinião de Jorge Coelho. E o PSD?
Sabe como admiro a sua perspicácia, Jorge, mas, neste caso, discordo da sua apreciação. Quer maior exposição do que aquela que tem tido? escondido não tem estado, antes bem activo; o que me parece é que demasiado ocupado com questões internas, sem marcar a agenda numa questão com esta relevância e com o «palco» que a estratégia do PS permitiria capitalizar.Compreendem-se algumas das razões para esta actuação, mas não todas as implicações da mesma.
de acordo! e é esse mesmo o problema: as implicações... tudo é subalterno aos timings e estratégias do calendário politico e no entretanto há um adiar de questões absolutamente prioritárias que tocam a vida de todos. dito isto até me parece que o marques mendes revela coragem e visão ao cortar com personagens que só se percebe terem chegado onde chegaram à luz de vários obscuros e tácitos interesses ...
é preciso destruir para construir. será que o conseguirá?
Essa pergunta, caro Jorge, é o cerne da questão, embora a estratégia que parece estar a ser seguida me coloque outras interrogações. Muitas. O tempo e os resultados talvez nos respondam
7 comments:
existe?!
O problema coloca-se, exactamente, porque existe. Não será assim, caro Jorge?
é que tem andado tão escondidito, coitado!
Sabe como admiro a sua perspicácia, Jorge, mas, neste caso, discordo da sua apreciação.
Quer maior exposição do que aquela que tem tido? escondido não tem estado, antes bem activo; o que me parece é que demasiado ocupado com questões internas, sem marcar a agenda numa questão com esta relevância e com o «palco» que a estratégia do PS permitiria capitalizar.Compreendem-se algumas das razões para esta actuação, mas não todas as implicações da mesma.
de acordo!
e é esse mesmo o problema: as implicações...
tudo é subalterno aos timings e estratégias do calendário politico e no entretanto há um adiar de questões absolutamente prioritárias que tocam a vida de todos.
dito isto até me parece que o marques mendes revela coragem e visão ao cortar com personagens que só se percebe terem chegado onde chegaram à luz de vários obscuros e tácitos interesses ...
é preciso destruir para construir.
será que o conseguirá?
um abraço.
Essa pergunta, caro Jorge, é o cerne da questão, embora a estratégia que parece estar a ser seguida me coloque outras interrogações. Muitas. O tempo e os resultados talvez nos respondam
O PSD está muito ocupado em "autofagar-se", comendo majores e isaltinos.
E bem precisa, tendo em conta as mafias que nele cresceram nos últimos anos...
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