A ministra da educação foi à AR louvar a actuação da DREN no caso Charrua. Se dúvidas houvesse quanto à utilidade do "exemplo"... Agora, só falta a "justa" recompensa à senhora do cacete, mas ela virá a seu tempo, talvez quando abrandar a canícula!
«Por meio da morte ou da doença, da pobreza ou da voz do dever, cada um de nós é forçado a aprender que o mundo não foi feito para nós e que, não importa quão belas as coisas que almejamos, o destino pode, não obstante, proibi-las.» Bertrand Russell
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Wednesday, August 01, 2007
Thursday, June 21, 2007
Olha, o burro do Poceirão foi ter com a DREN...
Thursday, June 14, 2007
Caso DREN: Instrutor do processo propõe suspensão de Charrua
Segundo Fernando Charrua, os factos mencionados na acusação estão deturpados, o que significaria que o "insulto" de que o acusam teria sido proferido num restaurante e não nas instalações da DREN, do que se pode concluir que é muito longo o braço da comissária do PS, que manda na educação do norte.
Sobre esta senhora, tudo o que se possa dizer ficará aquém do que ela diz de si própria, dos seus métodos e dos objectivos de poder que a movem, na entrevista que o DN publica, e cujo destaque dá bem a medida do tamanho da trela a que está acorrentado este órgão oficial do regime. Vários blogues se fizeram eco de passagens da entrevista da senhora, mas a mim basta-me esta capa, um triste momento da nossa actualidade política.
Sobre esta senhora, tudo o que se possa dizer ficará aquém do que ela diz de si própria, dos seus métodos e dos objectivos de poder que a movem, na entrevista que o DN publica, e cujo destaque dá bem a medida do tamanho da trela a que está acorrentado este órgão oficial do regime. Vários blogues se fizeram eco de passagens da entrevista da senhora, mas a mim basta-me esta capa, um triste momento da nossa actualidade política.

Tuesday, June 12, 2007
O ataque é a melhor defesa?
Será, para alguns, mas, admito-o, não me merecem grande crédito as personagens dadas a essa estratégia defensiva.
Depois do que veio a lume das acções de Margarida Moreira, a querer a senhora ser levada a sério nas acusações que agora faz, talvez fosse oportuno apresentar evidências do trabalho que tem realizado e, de passagem, dar-se ao incómodo de esclarecer quais são as tais acções em curso, com tamanha importância e mérito, que mereceram o esforço de uma cabala, como aquela que ela e o PS afirmam estar em curso.
Monday, June 11, 2007
As ofensas da Senhora DREN
É no que dá, alimentar estas "feras" a pão-de-ló! O que esperavam, a ministra da educação e Sócrates, depois da protecção que lhe deram? A estas horas, não duvido que haja gente no PS, e no governo, a deitar a senhora pelos olhos! Houvesse vergonha, e alguma cabeça haveria de rolar. Assim, não é difícil imaginar o incómodo sentido pelo Presidente, quando lhe chegaram as queixas do presidente da CM de Vieira do Minho. É que se decidir não fazer nada, será que o autarca recorre ao Papa?
Thursday, June 07, 2007
Esta é uma causa de todos nós.
Não estou totalmente em desacordo com o Paulo Gorjão, quanto ao entendimento de que o comentário do PSD à recondução de Margarida Moreira como Directora da DREN deveria ter sido feito de forma a deixar perceptível para todos que o partido sabia estar perante uma publicação tardia de um acto do governo, anterior à polémica do caso Charrua. Só não concordo que esse comentário pudesse ter deixado de ser feito, porque se impunha demonstrar a indignação por essa comissária política ainda se manter em funções. Porque, como bem o entendeu Ana Gomes, este episódio de bufaria é demasiado sério, para que todos, e cada um de nós, não deixe de expressar a sua indignação pelo retrocesso que este triste caso evidencia, relativamente ao nosso direito à liberdade de expressão.
Sabemos que daqui por uns tempos, na calma do esquecimento, a senhora DREN acabará por sair, talvez para assessorar um ministro, ou para um qualquer posto mais discreto, mas deixar que as coisas se resolvam assim é que pode ser mortal para o regime democrático.
Tuesday, June 05, 2007
Ira
Publicado hoje no Diário da República o Despacho nº 10767/2007, que mantém Margarida Moreira no cargo de Directora Regional do Norte.
Thursday, May 24, 2007
«Um homem que se dobrou a si próprio nunca poderá endireitar os outros »*
Para os maldosos como eu, é impensável um dirigente de topo da Administração Pública meter-se num processo como o que está na origem do caso DREN, sem, pelo menos, ter informado a tutela. Custava-me, portanto, a crer, que a senhora Directora Regional do Norte tivesse agido na calada do seu reduto nortenho, com o objectivo de surpreender, e agradar, o governo. Duvidava que isso tivesse sido possível, mas começava a aceitar que o excesso de zelo da senhora poderia ter ditado tal comportamento. Por isso, achei que a tese da "inocência" do governo neste processo ganhou ontem algum reforço com as afirmações, na quadratura do círculo, de Jorge Coelho, que zurziu a dirigente com "mimos" de arrasar, só faltando exigir a cabeça dela numa bandeja de prata, e deixando apenas margem para um imediato pedido de demissão. Ora, depois da empolgada indignação do influente comentador do PS, vem hoje a ministra da educação dizer «que não tem "sinal ou motivo" para pôr em causa a decisão da Direcção Regional de Educação do Norte», no que parece uma (escandalosa) manobra destinada a apoiar e segurar a respectiva dirigente. AhAh! Aqui há gato! Estratégia combinada, para lidar com uma nega da senhora DREN em servir de bode expiatório? Ou o governo está enterrado nisto até às orelhas, e o bombeiro de serviço prefere sacrificar um peão (a desastrada senhora ME) a perder o jogo? Seja o que for, que corre nos bastidores, este caso DREN está ser desastroso para o governo, porque depois do que Coelho disse, a reacção da ministra da educação só pode ter uma leitura de encobrimento do disparate.
*Mêncio
Wednesday, May 23, 2007
A ler
Em excelente comentário a esta frase de Sócrates, a propósito do caso DREN: «Só tenho notícia desse caso pelos jornais e lamento o que aconteceu. Mas quero garantir aos portugueses que nem o Governo, nem alguma instituição deste país, deixará que alguém seja sancionado por uso do direito à liberdade de expressão», conclui o autor do post: «O que esta afirmação estranha do primeiro-Ministro revela, é algo bem mais simples e que parece o que é: este primeiro-Ministro quer mesmo garantir tudo o que lhe interessa garantir, principalmente o que instrumentalmente lhe serve para a boa imagem e a manutenção no poder pelo tempo mais longo possível. E quer garantir outra coisa bem mais prosaica e perigosa: a vontade de controlar tudo e todos, mesmo os que nunca poderá, de direito.Assim, a afirmação acerca do amor assolapado à liberdade de expressão, na retórica do costume, soa a falso e oco, porque os indiícios que vamos tendo, apontam na direcção oposta.E que ninguém se espante com esta declaração extraordinária. A aparência e a imagem, já tomaram há muito o lugar da essência, neste governo.Um primeiro ministro que comenta deste modo, um assunto lateral e relacionado com a pouca vergonha do seu percurso académico, perdeu o sentido do ridículo.»
DREN, o eixo do mal (2)
As "camufladas" harpias do regime, numa vã tentativa de desviarem as atenções do culposo silêncio do governo, a propósito do cada vez mais tenebroso caso DREN, invocavam a intervenção presidencial, convictos que a cooperação estratégica lhes assegurava um conveniente silêncio do inquilino de Belém, com o qual poderiam assobiar para o lado. Enganaram-se. O Presidente Cavaco Silva «afirmou hoje que espera que “seja rapidamente esclarecida” a situação do professor da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) suspenso após comentar o caso da licenciatura do primeiro-ministro.»
Poderá parecer pouco, mas, para mim, o recado parece-me evidente: está na hora de o governo deixar de confundir autoridade com autoritarismo e maioria absoluta com poder absoluto. Os sinais não mentem - este episódio está a sair demasiado caro ao governo.
ADENDA: Repare-se na frase do Presidente: «Eu não sei o que disse [o professor] ou o que não disse. Se foi uma piada em relação a um político, como é frequente no nosso país, espero que o mal-entendido seja rapidamente esclarecido»; se aqui não há um forte puxão de orelhas ao culto da personalidade que Sócrates está a alimentar, não há mais nada!
DREN, o eixo do mal
Só uma mente altamente conspirativa (para não lhe chamar doentia) poderá imaginar que Fernando Charrua, com o seu comentário jocoso, feito na privacidade do gabinete de um colega, tendo como objecto o primeiro-ministro, iniciou, conscientemente, uma maquiavélica manobra para levar a ingénua Directora Regional a meter-se na "alhada" de uma colossal gaffe política, que pôs o governo socialista a braços com uma bola de neve de acusações de perseguição política, na imprensa e na blogosfera. E, no entanto, alguém inventou este mortal à frente, para justificar o injustificável, isto é, o que de pidesco tem este episódio, e o que ele demonstra: que existe, efectivamente, défice democrático neste governo e em altos responsáveis da administração pública, que o PS tão zelosamente nomeou.
Com argumentos como os que Jorge Pedreira debitou para explicar que, nesta vergonha, a ministra da educação diz NADA, ou a rocambolesca explicação de pendor analítico a que se abalançou Pedro Adão e Silva, a verdade é que a lama que produziu o "fenómeno" que é a senhora DREN já salpicou Sócrates e o governo. Confirma-se, os estragos vieram para ficar!
Tuesday, May 22, 2007
Ainda o tenebroso caso DREN
O silêncio, de quem já deveria ter dito alguma coisa, é ensurdecedor! E, não, não me refiro ao Presidente Cavaco Silva, para quem só se vira quem quer assobiar para o lado, refiro-me, sim, ao governo e à ministra da tutela.
A acção da Directora Regional do Norte embaraçou fortemente Sócrates e o governo, competindo a este, através da ministra da educação, actuar adequadamente, e com a rapidez que a gravidade deste episódio exigiria. Ao não o fazer, todo o governo se torna cúmplice, e a ministra da educação assume o rosto dessa conivência. Está a ser absolutamente desastrosa, a gestão deste lamentável episódio, que só amplia, com novos recortes, a saga da licenciatura do primeiro-ministro.
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