Friday, August 14, 2009

Afinal, Sócrates tem sentido de humor...



... de vez em quando até faz de palhaço, sem se rir, só para divertir o povinho!

Se Sócrates tivesse um átomo do "panache" de Obama...


... estaria agora a beber umas cervejolas com o Rodrigo Moita de Deus nos jardins refrescantes da residência oficial, rindo-se da escalada da bandeira. Mas como de Obama, Sócrates tem nada, Deus presta contas na Judiciária. É o Estado de direito a funcionar. Aplauda-se a aplicação da lei, e registe-se como na CML manda gente séria.
Daqui por 7 anos a gente vê-se, Rodrigo.

Wednesday, August 05, 2009

E assim nasceu uma estrela!

Marilyn Monroe
01/06/1926 - 05/08/1962

Sócrates venceu Moniz

A primeira vitória eleitoral de Sócrates - tirou José Eduardo Moniz da TVI.

Monday, August 03, 2009

E num tom professoral...

... os cartazes do PSD dão conselhos à governação. Ao PS? Ao PSD, sem Manuela Ferreira Leite? Se não é este o objectivo, é o que parece, e em política o que parece é. Mas que especialistas de marketing político foram esses que se esqueceram que uma primeira imagem é o que conta? Na organização dos cartazes, a frase: ouvimos os portugueses mal se lê a média distância, pelo que o que primeiro se retém é a mensagem das "gordas", dirigida pela líder do partido a terceiros. Nestes cartazes do PSD, a leitura imediata é a de uma professoral Manuela Ferreira Leite a dar sugestões de governação a outros. O PS decerto que agradece a subliminar mensagem.

Slow motion

Entretanto, ao que transparece das reuniões "secretas" que correm nos bastidores, no PSD a escolha dos eventuais futuros responsáveis para a educação passa pelo crivo habitual - os "coronéis" do aparelho. Para já, a liderança da corrida está determinadamente assumida pela tralha que Santana Lopes instalou na 5 de Outubro. Viu-se a "obra" que deixaram... A sorte foi terem tido tão pouco tempo, mas soube-lhes a pouco e preparam-se para voltar ao local do crime. Justificam-se os responsáveis pela falta de rigor e de vergonha - é à míngua de melhor, que Belém não abrirá mão dos seus recursos. É pena!

Uma aventura

Em período de eleições afinam-se as estratégias da caça ao voto, e Sócrates, o rei dos burlões, apressa-se a apresentar sangue novo para a educação. Fala-se em Isabel Alçada, para suceder a Maria de Lurdes Rodrigues. De aventuras tem ela experiência, da carreira docente do ensino não superior também. Serão "ferramentas" suficientes? Se a elas somar a arte e o engenho, já chegará para começo de conversa. Mas que o desafio é enorme, isso é.

Que maçada, ter razão antes do tempo!


Quando esta criatura aterrou no ME pouca foi a esperança que tive que trouxesse à educação mais do que ideias feitas sobre rancores antigos e velhos complexos de classe, bem amassados com a sua muito pessoal capacidade para desprezar a opinião alheia e a sua recorrente sobranceria e falta de "berço". A fúria contra a classe docente com que "arrancou" em funções trouxeram-lhe as loas dos que nisso viram a resposta ao que lhes era mais confortável aceitar como justificação para o instalado descalabro da educação - a incompetência, o laxismo e a má-vontade dos professores eram a "mãe" de todas as falhas e insucessos. Da esquerda à direita ergueram-se vozes a incensar a fera da 5 de Outubro, enquanto boa parte do país pensante e não pensante banhou as mãos na água de Pilatos, que o problema estava finalmente entregue, e, a ferro a fogo, a senhora resolveria o assunto. Cinco anos passados, a maior manifestação de que há memória, milhões distribuídos em Magalhães e afins, vemos no que deu - as escolas não estão melhor, os alunos continuam a ser péssimos, os professores nem estão vencidos, quanto mais convencidos, por baixo do véu de propaganda que enfeita cada medida tomada pela senhora tresanda a porcaria que a mesma é. É certo que se encheram uns quantos bolsos, criaram-se e reforçaram-se pequenos poderes, a teia de interesses mudou de dono, mas engordou, tudo pareceu mudar, e mudou, mas para pior. Finalmente, até Sócrates já passou a outra senhora, deixando cair, sem um assomo de apreço, tão medíocre criatura.
Por aqui, que já em 2005 lhe reconhecíamos a nulidade (e a malignidade balofa), cansámo-nos cedo de lhe apontar o ferro. Para quê, se o tempo nunca deixa de repor a verdade? Este erro de casting, que nunca deveria ter-se sentado na 5 de Outubro, nem para uma visita de estudo, sairá carregando mais quatro anos perdidos para a educação deste país. Essa é a verdade, como irão ver em breve os ingénuos, que ainda acham que algumas das coisas que esta pessoa fez na 5 de Outubro são aproveitáveis. Não são, e será bom que quem lhe suceda o perceba, mesmo antes de lhe herdar a cadeira.